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Outra vez???

A pergunta que se impõe.

Outra vez?

Quando é que vai acontecer ser penalizado apenas por erros próprios? Quando vai o esforço de uma equipa, que tem de saber corrigir as falhas e as debilidades, ser premiado sem ter de se apoquentar com erros alheios?

Vamos por partes…. pela primeira parte. Terminamos com 63% de posse de bola, a vencer por 1-0 e com oportunidades para vencer por mais. Dominávamos o jogo com tranquilidade, registando apenas a estupefacção do critério adoptado na marcação e sanção das faltas cometidas. O Vitória de Setúbal somava 15 faltas ( o Rio Ave FC 7), algumas das quais merecedoras de cartão amarelo claro, mas que não foram sancionadas com o cartão. Outras que representavam agressão (Artur Jorge sobre Galeno aos 29′).

Depois vem a segunda parte. O Vitória entra mais incisivo e o Rio Ave FC mais calmo e a dar a iniciativa à equipa adversária. O critério na avaliação das faltas altera-se e ao minuto 65 Matheus vê o 2º amarelo e é expulso.

A partir daqui já não há história. Há uma equipa que continuou a não perceber os critérios disciplinares, a não compreender como o Bruno Moreira é agredido com um murro na cabeça e nada acontece. A não compreender como pode um jogador ficar caído no relvado a queixar-se na cabeça e a esperar largos minutos para ser assistido e, ainda por cima, ver o seu médico a ser expulso  só porque estava a pedir para entrar e ir prestar assistência ao jogador. Nota: nestes casos, de traumatismo na cabeça, não precisa de pedir… a indicação é óbvia.

Depois, surge o erro próprio que dá origem ao golo da equipa visitante e o desassossego de quem se viu em inferioridade numérica e afectado por tanta outra coisa.

Ainda assim, com menos 1 elemento, falhamos várias oportunidades para vencer… se calhar porque o tal desassossego era demasiado e a ansiedade muita.

Fica o empate e o “mea culpa” de erros próprios… fica também o desejo de nos lamentarmos apenas por aquilo que de mal fazemos, para celebrar melhor o que de bom conseguimos conquistar. Gostaríamos de não voltar a questionar… Outra vez?! que não por nossa culpa.